segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Capitulo III

Capitulo III
Se errar, reconheça o erro.

Se soubermos que vamos ouvir de alguém alguma reprimenda, não é muito melhor precedermos à outra pessoa e dizermos nós mesmo o que ela vai dizer? Não é muito mais fácil ouvir a autocrítica do que a condenação vinda dos lábios alheios?
Diga sobre si mesmo todas as coisas que você sabe estar a outra pessoa pensando, querendo ou pretendendo dizer, diga-as antes que ela tenha uma oportunidade para dizê-las. As possibilidades são na proporção de cem para uma em como a outra pessoa tomará, então, uma atitude generosa de perdão e reduzirá o seu erro ao mínimo.
Existe certo grau de satisfação em se ter a coragem de admitir o próprio erro. Não apenas alivia a sensação de culpa e a atitude de defesa, como também com freqüência ajuda a resolver o problema criado pelo erro.
Qualquer louco pode procurar justificar as suas faltas e muitos loucos fazem isso, mas reconhecer seus próprios erros, o que é muito raro, dá uma auréola de nobreza e exaltação ao inimigo.
Dale Carnegie diz: “Se você errou, admita, rápida e enfaticamente. Caso seja tarde para admitir rapidamente, poderá admitir enfaticamente”.
Quando estivermos com a razão, procuremos convencer os outros aos poucos e com toda a habilidade, conquistando-os assim para o nosso modo de pensar; e quando estivermos errados e isso acontecerá, surpreendentemente, muitas vezes se nos julgarmos com honestidade, reconheçamos nossos erros sem demora e com entusiasmo.
Tal técnica não produzira apenas resultados surpreendentes, mas, acredite ou não, é muito mais interessante sob certas circunstancias, do que uma pessoa tentar justificar os seus erros.
Lembre-se do provérbio: “Pela luta jamais obterá bastante, mas pela condescendência conseguirá sempre mais o que espera”.

Principio III
Se errar, reconheça o erro imediatamente e com ênfase.

Nenhum comentário:

Postar um comentário